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sábado, 4 de abril de 2009

FILOSOFIA INDÍGENA

CRIANÇAS – DONAS DO MUNDO



Se ser criança é bom, melhor ainda ser uma criança indígena. É que, para os índios, ela é a dona do mundo.
Na aldeia, meninos e meninas não apanham e os adultos os ensinam com o maior carinho e paciência o que é certo e errado. Eles podem fazer quase tudo o que quiserem: correr, brincar, comer à vontade.
Os curumins aproveitam essa liberdade para se divertir. Qualquer coisa pode virar passatempo: as borboletas, o barro da beira dos rios, os galhos de uma árvore ou até mesmo as poças formadas pela chuva. Os indiozinhos também inventam brinquedos e jogos bem legais. Juntos, apostam corridas com pernas-de-pau, jogam pião, pulam corda e fazem cabo-de-guerra.
Muitas das nossas brincadeiras, aliás, foram inspiradas nas dos índios, só que há uma diferença entre elas. Na maioria das vezes, as crianças não ligam se vão ganhar ou perder. Elas procuram sempre o empate, pois a cooperação de todos é o que importa.
A garotada também participa dos afazeres da aldeia. Com arcos e flechas em miniatura, os meninos acompanham os pais nas caçadas e as meninas ajudam as mães a carregar água em suas pequenas vasilhas.
Em vez de se aborrecer com essas tarefas, as crianças sempre dão um jeito de transformá-las em lazer.
Assim, aprendem brincando os costumes do seu povo. E tem jeito mais gostoso de aprender do que esse?




FONTE:

Manual do Índio do Papa-Capim (Mauricio de Sousa)
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