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segunda-feira, 29 de junho de 2009

FEITO CARANGUEJO! POR QUE GRAVATÁ NÃO COPIA AS BOAS IDÉIAS?



Há dois anos, diante do retorno do ex-prefeito de Gravatá-PE da cidade de Gramados-SP, fomos surpreendidos pela alteração da grade curricular do município para inclusão (imposta) de uma nova disciplina, chamada aqui de Noções de Turismo, substituindo uma aula semanal de Língua Portuguesa. A matéria em questão foi uma ação copiada pelo ex-prefeito, de uma situação que ele encontrou naquela bela cidade. No entanto, não se considerou aqui, que, diferente de Gramados, cidade potencialmente turística, Gravatá é naturalmente uma cidade-rural. A maior parte de nossa extensão territorial encontra-se na zona rural. A disciplina de Turismo, desconsidera o valor da nossa população rural, que merece destaque e apoio para continuar mantendo-se no campo com dignidade. Crescemos, mas não dispomos ainda de tamanha estrutura para andar na mesma velocidade tal qual estas cidades que já se firmaram como turísticas e, de fato, dispõe de potencialidades para tal. Aqui, tudo engatinha, e quando não, anda de marcha-ré, como aconteceu com esta decisão arbitrária, irresponsável e repleta de consequências maléficas.
É público e notório as dificuldades quase inatas do brasileiro em dominar esta língua, que, diga-se de passagem já não é sua língua mãe (originalmente, o Tupi). Atualmente, diversas personalidades do município (inclua-se ai, cargos comissionados do município, inclusive Secretaria de Educação), gaguejam durante discursos, "engolem" os "s" e "r" e demonstram publicamente a pouca intimidade que têm com a Língua Portuguesa. Mais um motivo para não sublimar a carga horária da nossa atual língua, no entanto, alheios a essa questão, hoje o município ministra 05 aulas semanais de português para o Ensino Fundamental I. Não é a toa que, nesses últimos 07 anos, não avançamos no IDEB e nas avaliações do SAEP. Além de faltar investimentos da educação para se obter qualidade no ensino, não há prioridade da gestão municipal para com a educação. Um excelente exemplo disso, é a condição dos prédios onde funcionam as escolas do município, como já mostramos neste blog. Em 06 meses de governo, não houve nenhum investimento significativo na área da educação.

Acreditamos que verdadeiras boas idéias devem ser copiadas, considerando a necessidade de seu público alvo. Um destas excepcionais ideáis vem do Paraná. Conheça.


Projeto de Cheida garante aos estudantes da rede estadual merenda 100% orgânica


Deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB_PR) com o governador Roberto Requião



O consumo de alimentos com resíduos de agrotóxicos pode causar prejuízos à saúde humana que vão desde alergia temporária a doenças crônicas, passando por problemas neurológicos e no fígado. O alerta, divulgado pela Agência Brasil, é da coordenadora do Laboratório de Toxicologia da Universidade de Brasília (UnB), Eloísa Caldas.

O Paraná é o segundo estado do Brasil com o maior índice de consumo de agrotóxicos, perdendo apenas para São Paulo. Ao mesmo tempo, ocupa igual colocação no ranking nacional como produtor de orgânicos, alimentos em cuja cadeia produtiva não entram agrotóxicos nem adubos químicos.

Um projeto de Lei aprovado nesta quarta-feira pela Assembléia Legislativa do Paraná pode alçar aquele Estado ao topo de um nicho crescente do negócio agropecuário: o setor de orgânicos no Brasil apresenta uma taxa de crescimento de 15% a 20% ao ano. O PL institui a merenda escolar orgânica que, quando integralmente implantada, vai beneficiar 2110 escolas estaduais dos ensinos fundamental e médio, atingindo um universo superior a meio milhão de estudantes.

A expectativa é que esse mercado garantido tenha reflexos positivos para o consumidor de modo geral. “Com a elevação do consumo desses produtos, e o conseqüente aumento da demanda, seus preços certamente irão baixar e se aproximar dos cobrados pelos produtos convencionais”, prevê o deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB), médico e presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Paraná. Ele é autor do projeto de lei, em parceria com os deputados Elton Welter e Luciana Rafagnin.

“Quanto vale investir na promoção da saúde de nossos filhos?”, defende Cheida. “Quanto custam ao estado do Paraná as inúmeras doenças decorrentes do uso dos agrotóxicos?”, completa o deputado, que lançou a proposta ainda quando secretário de Estado do Meio Ambiente, cargo que ocupou de 2003 a 2006.

À época, verificou-se porém que a produção de orgânicos não seria capaz de suprir a demanda da nova merenda, uma preocupação hoje relevada diante da visível e significativa tendência à expansão desse tipo de cultivo no Paraná. A safra de 2006/2007 contabilizou produção superior a 107 mil toneladas, enquanto dez anos antes, no período de 1996/1997, foram produzidas 4 mil toneladas.

Hoje, conforme dados da Secretaria de Estado da Agricultura, existem no Paraná 5.300 produtores de orgânicos. Para o deputado Luiz Eduardo Cheida, esse é mais um viés importante da proposta: o ganho social, tendo em vista que a maior parte dos potenciais fornecedores da merenda opera nos moldes da agricultura familiar.

Segundo ele, a implantação da Lei deverá ser feita de modo gradativo, de acordo com as condições e cronogramas elaborados pela Secretaria de Estado da Educação, até que 100% do sistema de ensino público do Estado do Paraná garanta a seus alunos o direito à merenda orgânica. O Projeto segue agora à sanção do governador do Paraná, Roberto Requião.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Disponível em: www.cheida.com.br

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