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domingo, 7 de junho de 2009

ENERGIA BEM MELHOR PARA A SOCIEDADE GRAVATAENSE


PARCERIA ENTRE O EMPRESÁRIO BRUNO MARTINIANO, O VEREADOR PEDRO MARTINIANO E EMPRESA DE ENERGIA EÓLICA TRARÁ 9 DAS 15 TORRES DESTINADAS A PERNAMBUCO, COM ENERGIA ECOLOGICAMENTE CORRETA


Do Blog do Castanha - 06 de abril de 2009


A usina, composta de grandes torres em hélices, será implantada nas terras da Fazenda Santa Joana, pertencente a família Martiniano Lins. O local deverá se transformar em mais um ponto de atração turística em Gravatá.
Todo o equipamento a ser utilizado – torres com mais de 30 metros de altura e grandes hélices acopladas já estão a caminho de Gravatá. O equipamento é importado. Estradas estão sendo preparadas na Zona Rural de Gravatá para receber os caminhões carretas que transportam os equipamentos.
De acordo com Bruno Martiniano, a energia eólica é a energia obtida pelo movimento do ar (vento). É uma abundante fonte de energia, renovável, limpa e disponível em todos os lugares.
Os moinhos de vento foram inventados na Pérsia no séc. V. Eles foram usados para bombear água para irrigação. Os mecanismos básicos de um moinho de vento não mudaram desde então: o vento atinge uma hélice que ao movimentar-se gira um eixo que impulsiona uma bomba (gerador de eletricidade).
Seu irmão, o vereador Pedro Martiniano, explicou que a Fazenda Santa Joana, com seus vales e montanhas, teve seu potencial de vento avaliado, sendo o local ideal para o aproveitamento do recurso eólico como fonte de energia. Toda energia gerada será vendida para Chesf e Celpe visando aumentar a oferta de eletricidade a um custo mais accessível. O projeto, que vem se desenvolvendo há oito anos, conta com importantes parcerias e financiamento do Governo Federal.



Energia eólica traz benefícios ao consumidor, mostra estudo


Rio de Janeiro - O diretor da empresa PSR Consultoria, Jorge Trinkenreich, defendeu a utilização no Brasil de energia eólica, obtida pelo movimento dos ventos. Estudos feito pela empresa para a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) mostraram que embora o investimento nessa fonte de energia seja maior que o de uma usina termelétrica tradicional, os benefícios para o consumidor reduzem, de forma substancial, a diferença de investimento.
Esses benefícios são proporcionados pelos menores custos de operação provenientes dos combustíveis fósseis e do uso mais eficiente dos reservatórios do sistema. A PSR atua em vários países no mercado de energia desde 1987.
O custo de investimento de uma usina eólica dividido pela energia gerada resulta em um preço de venda em torno de R$ 205,00 por megawatt hora (MWh), enquanto o de uma usina térmica convencional, movida a óleo combustível por exemplo, apresenta custo de R$ 145,00 por MWh. A diferença de R$ 60,00 entre essas duas fontes de energia pode se reduzir para cerca de R$ 17,00, considerando-se que a usina eólica vai gerar mais energia, além de substituir a geração térmica, cujo combustível tem preço elevado.
“O sistema vai pagar menos por combustível durante a geração. Isso significa que o consumidor, no fundo, vai ter um benefício porque eu coloquei uma eólica no sistema que vai gerar energia a um custo de operação nulo e vai deixar de gerar o óleo combustível ou o gás natural”, explicou Jorge Trinkenreich em entrevista à Agência Brasil. O executivo destacou que os valores citados se referem à diferença entre a opção eólica e a opção térmica convencional e não ao preço efetivo de venda de energia.

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