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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

MAIS UMA BATALHA DA VIDA REAL: MEU FILHO TEM INTOLERÂNCIA À LACTOSE , ALÉM DE ESOFAGITE DO REFLUXO

E AGORA??

VAMOS POR PARTES!

Guilherme de Oliveira - 7 anos - meu filho do meio. Um guerreiro, com tão pouca idade!

Alergia ao leite x intolerância à lactose

Entenda as diferenças e o que fazer em cada uma das situações


Ana Paula Pontes


Beto Tchernobilsky

Não são todos os pais que sabem identificar alergia ao leite e intolerância à lactose. Embora o “culpado” seja o mesmo - o leite -, há diferenças entre os dois problemas.

A alergia ao leite é uma resposta imunológica do organismo à proteína do leite, que pode ser de vaca, de cabra, de búfala. Ou seja, o organismo entende essa proteína como um agente estranho que precisa ser combatido e desencadeia reações alérgicas, como: diarréia, urticária, sintomas respiratórios (como asma) e até febre.

“Esse quadro acontece principalmente quando as crianças são pequenas, deixam de tomar o leite da mãe, algumas vezes precocemente, e passam para outro leite”, diz Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein. Isso porque o intestino da criança ainda não está preparado para receber esse tipo de proteína.

O que fazer

Se os pais perceberem esses sintomas na criança, deve consultar um especialista para fazer o diagnóstico exato. “É preciso identificar a proteína a que a criança é alérgica. Ela pode ter reação não somente à do leite de vaca, mas também de outros leites, como o de cabra, por exemplo”, diz Silvia Cristina Ramos, nutricionista clínica do Instituto de Metabolismo e Nutrição, de São Paulo. Após o resultado, é preciso excluir totalmente a proteína da dieta da criança.

Intolerância à lactose

Diferente da alergia ao leite, quando o organismo produz substâncias para “combater” a proteína do leite, a intolerância à lactose é a falta ou deficiência da produção de uma enzima chamada lactase, que serve para digerir a lactose (o açúcar do leite). Quando não absorvida, ela é fermentada por bactérias do intestino grosso levando à diarréia - o sintoma mais característico da intolerância.

A intolerância pode acontecer a qualquer momento, e se agravar na vida adulta.


O que fazer

A intolerância é mais fácil de ser resolvida do que a alergia ao leite. Há casos em que não é preciso excluir totalmente a lactose da dieta da criança. Leites e derivados com baixo teor de lactose já resolvem o problema. Consultar um especialista é fundamental para avaliar o grau da intolerância..


Nos dois casos, porém, é preciso fazer o diagnóstico o quanto antes, para não levar à desnutrição da criança. Os pais precisam ficar atentos aos rótulos dos produtos comprados e deixar a criança e quem cuida dela cientes do problema. É preciso também fazer o acompanhamento de peso e estatura mensal, para observar se o seu desenvolvimento está normal.

Fonte:

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI10615-15326,00.html

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ESOFAGITE DE REFLUXO


Considerações sobre o seu tratamento

Esofagite por refluxo é uma inflamação do esôfago causada pela volta (refluxo) do conteúdo estomacal no sentido da boca, sem enjôo ou vômito, freqüentemente com azedume ou amargor. Não raro determina tosse, pigarro e alterações da voz.

É muito comum atualmente e se não tratada pode causar muitos danos, desde estenose do esôfago(estreitamento) até câncer.

O grupo que mais têm predisposição à esofagite de refluxo é o dos portadores de hérnia de hiato, obesos, sedentários, grandes fumantes e os etilistas.

Ressaltamos que há um grupo de pessoas que não possuem as características acima e têm esofagite de refluxo: são os indivíduos tensos e ansiosos.

Consideramos estes indivíduos como pacientes com dificuldade de administrar suas emoções.Infelizmente este grupo aumenta cada vez mais na nossa sociedade.

No tratamento medicamentoso contamos com excelentes drogas que darão alívio imediato e cura dentro de poucos dias.
Cura esta relativa, pois se os fatores causais persistirem a esofagite retornará com a mesma intensidade.

O uso conjunto de medicamentos e medidas como atividade física, perda de peso e dieta, irão contribuir bastante para a cura na maioria dos casos.

O tratamento cirúrgico em alguns casos é indispensável, principalmente quando começam a existir alterações histológicas do tipo displasias; primeiro passo para o câncer.

Com o advento da vídeo-laparoscopia houve um aumento na indicação cirúrgica para o tratamento do refluxo esofágico. A cirurgia vídeo-laparoscópica vem facilitando o método cirúrgico por ser uma cirurgia minimamente invasiva e com resultados muito bons.
Não recomendamos a cirurgia como primeira nem segunda escolha nos casos de refluxo no esôfago.

O paciente deve ser bem analisado, dar a ele informações claras e expor os diversos tipos
de tratamento.

Medidas gerais que o paciente deve tomar para reduzir o refluxo

• Comer pouco e distribuir melhor a alimentação ao longo do dia;
• Não deitar imediatamente após a alimentação. Evitar tomar líquidos durante ou após as refeições;
• A vida sedentária, roupas apertadas e exercícios abdominais aumentam a pressão abdominal e conseqüentemente o refluxo;
• Se obeso, perder peso. A obesidade provoca o refluxo;
• Parar de fumar, pois a nicotina enfraquece o músculo do esfíncter;
• Evitar alimentos gordurosos, álcool, café e chocolate;
• Elevar a cama aproximadamente de 15 a 20cm para evitar que o líquido gástrico retorne para o esôfago enquanto o paciente estiver dormindo. O uso de travesseiros eleva apenas a cabeça e não é suficiente.



Dr. Roberto Luiz Kaiser Junior
Especialização-“Research Fellow” na Cleveland Clinic Florida (USA) em 2001
Especialização-“Clinical Fellow” na Universidade Louis Pasteur (FRANÇA) em 2002
Telefone para contato: (17) 3235.4777



Fonte:
http://www.kaiserclinica.med.br/index.php?option=com_content&view=article&id=71&Itemid=60&lang=pt




EM RECIFE:
DRA. ELKE SHIRLEY GOIS MIRANDA (SÓ PEDIATRIA)
RUA MARQUES DO PARANÁ, 240 - ESPINHEIRO - FONE: 81. 3242 2514


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Nota da editora:

Durante mais de 2 anos que meu filho apresenta sintomas de vômito, em forma de refluxo além de diarréia, embora não seja diária. Realizamos vários tratamentos, todos acompanhados e indicados por uma pediatra, sem que obtivéssemos sucesso. Tentamos várias vezes marcar consulta com um gastropediatra, do através do SUS, mas esbarramos na burocracia do sistema. Embora Guilherme tenha sido acompanhado por praticamente todos os especialistas do IMIP, dessa vez teve atendimento negado, salvo se chegasse a emergência em estado de urgência.

Conseguimos uma especialista (Gastropediatra) através do IDEAL SAÚDE, no Espinheiro - Recife - Dra. Elke Shirley, que recomendou novo tratamento e mudança na alimentação, inclusive com a substituição do leite de vaca por Supra Soy, sem lactose.

Daqui há 2 meses retornaremos,na torcida para que Guilherme esteja curado!

Compartilho mais essa história, a fim de contribuir de alguma forma com as pessoas que porventura estejam enfrentando algum problema do gênero.

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