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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

UMA AULA DE DEMOCRACIA QUE VEM DAS ESCOLAS IRMÃ JUDITH E JOHN KENNEDY

EXEMPLO A SER SEGUIDO PELO(S) MUNICÍPIO(S) E DEMAIS ESCOLAS

Todos sabem como é que se dá a escolha de gestores (diretores) e coordenadores pedagógicos (supervisores) em todas as escolas públicas: indicação do chefe do poder executivo. Este tipo de escolha é questionado há bastante tempo, tanto pelo fato de ser uma afronta a democracia, base política deste país, no qual, um povo escolhe através do voto, quem deve ser seu representante, bem como pelo fato de colocar à frente de um cargo deste porte, pessoas desqualificadas, ou no mínimo, com uma formação medíocre, ao ponto de manter-lhes pronunciando, diante de seus "subordinados": pegano (ao invés de pegando), chegano, fazeno, além de não terem um bom exemplo de sua prática em sala de aula. Continuo defendendo a posição de que, tal qual os professores, os coordenadores devem passar por concurso, e os gestores, devem se submeter a eleição. Se adolescentes são responsáveis por escolher o líder de um país, porque não seriam para escolher o seu gestor educacional?Infelizmente, prevalece o QI (Quem Indica). Basta ser amigo do gestor ou do secretário, e o cargo está garantido. Fatídico.
E não me venham com essa história de que, mesmo sendo cargo-comissionado, a gestão é democrática. Isso é uma obrigação. Dever moral. Mas, uma coisa é uma coisa, outra coisa, é outra coisa.
Há diretoras que morrem de medo de ouvir as palavras ELEIÇÃO PARA DIRETOR, porque sabem que, se forem colocados "na berlinda", são reprovados por sua comunidade escolar. São ditadores e muitos, lamentavelmente, incompetentes. Isso não é lavar roupa suja, nem falar mal da categoria, apenas é não ser hipócrita, nem tapar o sol com a peneira.
Contudo, mesmo em meio a esse cenário desalentador, duas escolas tem procurado diferenciar-se dessa prática ditatorial e  politiqueira, quando diante da escolha de nomeação de seus coordenadores e vice-gestor, como foi o caso da Escola John Kennedy, que reuniu todos os funcionários e colocou em votação a escolha do coordenador do Programa Mais Educação, e na Escola Irmã Judith, além da escolha da coordenação do Mais Educação, a vice-gestão foi feita entre os professores da escola, como forma de valorização à história daquele professor com sua  comunidade escolar.

Não poderia deixar de registrar este exemplo, para que sirva de inspiração aos outros gestores, a própria secretaria de educação e ao chefe do executivo.

PARABÉNS AS DIRETORAS E VICE-GESTORAS: ADRIANA GOMES E ALEXSANDRA CARVALHO, DA ESCOLA JOHN KENNEDY E CONCEIÇÃO TENÓRIO E  WANESSA, DA ESCOLA IRMÃ JUDITH.

ESSE É O CAMINHO!!!
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