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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ainda sobre o Concurso de Gravatá 2008: contratados ocupam lugar dos aprovados

 Nota de esclarecimento ao escritor/leitor, anônimo:

Recebi um email de um leitor do blog (possivelmente) fazendo uma reinvindicação acerca das nomeações para professor, referente ao concurso realizado em 2008, e prorrogado por mais dois anos pelo prefeito Ozano Brito.
No email, além da reinvindicação, fui acusada de defender o prefeito e a atual gestão, e tendo portanto deixado de cobrar a efetivação dos concursados. Me foi "lembrado", no email de que, ano passado, enquanto meu marido ainda não tinha assumido, eu ajudei a organizar manifestos, com os aprovados e um advogado do SINPRO-PE, além de ter colocado um chamado em carro de som para protestar contra a não convocação dos concursados, tanto professores quanto outras funções, incluindo guardas municipais.
Me foi dito, de forma "bem delicada", que tinha certeza de que eu não publicaria o email.
Quero esclarecer que, defendo o que acredito, quando acredito.Conversei há algum tempo com a secretária de educação, Maria da Paz, e ela informou que não havia vagas para professor I, mas que chamaria para professor II (fundamental II). Acredito que, tanto a secretaria d eeducação, quanto o prórpio prefeito, tem total interesse em resolver essa questão, e informar quantos professores foram chamados até agora e se as vagas mencionadas em seu email procedem. Não defendo, se não houver defesa. O que é certo, deve continuar sendo certo, não concorda?

Segue publicação de trecho do email:


Cara Professora,
Venho através deste, pedir sua ajuda, para com uma injustiça que estamos passando.Tal qual os aprovados no concurso da guarda municipal que não foram convocados, da mesma forma, várias pessoas que prestaram concurso para PROFESSOR e foram aprovadas, e até hoje não foram convocadas. Sou parente de uma professora aprovada, que prefiro não identificar para evitar retaliações, algo costumeiro nesse município. A secretaria de educação diz que não tem vagas, que todas as vagas foram ocupadas, contudo, em cidade do interior não é muito dificil descobrir as coisas.
Perguntando daqui e dali, descobrimos que há dois contratados na Escola Laura Vicuna, que fica no Bairro Maria Auxiliadora. Trabalham em parceria com o Círculo Operário, como acontece com a Escola Irmã Judith, mas são pagos pela prefeitura, portanto, são funcionários da prefeitura. Soubemos ainda de contratos na escola Irmã Judith, na Escola Adalgisa Soares.
Já cansamos de ir na secretaria de finanças para saber sobre quando vão chamar, e escutamos a mesma coisa. Pedimos encarecidamente que nos ajude. Não estamos pedindo nada além do cumprimento da lei, que determina que, enquanto houver vagas, estas devem ser preenchidas por concursados, lembrando que o próprio prefeito promulgou a validade do concurso.
Não estamos pedindo favor a ninguém. É um direito nosso (dos aprovados por concurso) de sermos nomeados para nossas funções. Essa politicagem de contratos, precisa acabar. Os contratos só são justificados em caso de licença-médica, licença-maternidade. Pedimos ainda que, se outras pessoas souberem, por favor, comuniquem. Nos ajude. Um dia você pode estar no nosso lugar, reivindicando um direito que não está sendo respeitado.


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