"Acreditando na magia que existe na educação! Buscando ser a mudança que quero ver no mundo"!
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

LEMA DE APARÊNCIAS OU FALTA DE COMPROMISSO?


COMO PODEMOS DEFINIR O ESTADO DE ABANDONO EM QUE SE ENCONTRA A ÁREA QUE FOI REPLANTADA POR ALUNOS DA ESCOLA JOHN KENNEDY NAS MARGENS DO RIO IPOJUCA?


No dia 17 de Agosto de 2009, alunos das 2ª, 3ª e 4ª séries da Escola Municipal John Kennedy, com participação da direção, realizaram um trabalho de Educação Ambiental, replantando 320 mudas de árvores nativas no leito do Rio Ipojuca, como recomposição da mata ciliar, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do município, tendo inclusive a participação de praticamente todo o corpo de funcionários da referida secretaria.
Este trabalho foi registrado e divulgado aqui, com o tema: "Mobilização em nome do meio ambiente -em 17.09.2009", com imagens que mostram o empenho e empolgação das crianças com a realização do trabalho.
Durante os meses subsequentes, a turma da 4ª série realizou algumas visitas ao plantio, com intuito de acompanhar o desenvolvimento das plantas e possível recuperação do ambiente degradado.
Contudo, ontem (01), ao passar pelo local, qual não foi minha surpresa e decepção, ao constatar que a area está completamente ABANDONADA, sem que seja possível localizar qualquer uma das 320 mudas de árvores que foram plantadas. O local está repleto de lixo, inclusive de fogos de artificio recentemente ouvidos na cidade quando foram estourados por um grupo ligado ao gestor. Os comerciantes despejam, sem o menor constrangimento os restos de produtos que comercializam e se deterioram. A plantação foi realizada ao lado da Ponte Nova, próxima à Rua do Norte, local sem muita VISIBILIDADE.
Diferente do que acontece com o chamado BOSQUE DOS UNIVERSITÁRIOS, que fica ao lado da Perimetral, por onde passam muitos TURISTAS, no qual é realizado com frequencia irrigação e limpeza da área.
De quem é a responsabilidade? Quem é o culpado pelo descaso e abandono de uma área replantada por alunos, que buscam melhorar de fato a qualidade de vida na cidade, nas águas do tão poluído Rio Ipojuca?
Como se realiza um trabalho de educação ambiental no município, onde não há respeito nem valorização com o trabalho realizado por professores comprometidos e alunos que estão tendo a consciência ecológica despertada? Se não for pela educação, como obteremos resultados no quesito qualidade de vida?
Que critério usado pela prefeitura e/ou secretaria de meio ambiente é este, que eleva árvores plantadas por universitários ELEITORES, que conquistaram o direito ao transporte gratuito, e rebaixa as árvores plantadas pelos alunos de uma escola pública municipal?
Por que, em meio a tantos CONTRATADOS pela prefeitura, não há ao menos um servidor para cuidar das áreas replantadas?
Independente das posições partidárias e ideológicas de cada um, não podemos mais viver de utopias, demagogias, sofismos, engodos e aparências.
Para aqueles que tem Gravatá apenas como sua mina de ouro, e todos os dias retornam para Recife ou outras cidades, além dos fins de semana e feriados para suas vidinhas confortáveis e miseráveis, de fato não há o que os incomode, mas para o povo de Gravatá, é necessário que haja compromisso, verdade, ação! Reajamos, e expurguemos este tipo de conduta, a fim de que nossa cidade não entre de vez em estado de putrefação.
Precisamos fiscalizar e denunciar este tipo de atitude, a falta de compromisso para com nosso povo, para com o futuro de nossos filhos.

Quem vive de aparência, é decorador de ambiente!!
O tempo urge, e a natureza, tem pressa, porque a vida não pode esperar!







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