"Acreditando na magia que existe na educação! Buscando ser a mudança que quero ver no mundo"!
CONTATOS: sunamitamagalialbuquerque@hotmail.com /sunamitanativaoliveira@gmail.com

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

CONVOCAÇÃO PARA OS PROFESSORES DE GRAVATÁ/PE!

Em virtude dos acontecimentos da reunião com os representantes do executivo e a direção colegiada SIPROG em tentativa de negociação do pagamento de dezembro de 2012 que encontra-se em atraso não atenderem as expectativas da categoria de professores, decidimos fazer todas as deliberações na assembleia que será realizada amanhã dia 26/02/2013, no salão 3 S, às 9:00h. da manhã.

Sua presença fará a diferença.
SIPROG.
Direção Colegiada

PROFESSORES/AS, UNI-VOS!!!!!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Duas teses sobre os povos indígenas receberam Menção Honrosa no “Prêmio Capes de Tese”

Profº Gersem Baniwa. Foto: Google.
Por Edmundo Monte (http://indiosnonordeste.com.br/2012/11/26/duas-teses-sobre-os-povos-indigenas-receberam-mencao-honrosa-no-premio-capes-de-tese/)
 
Foi através da lista de e-mail da ANAINDI que recebemos a notícia: dois colegas pesquisadores da temática indígena foram agraciados com Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2012.
Sobre o Prêmio
O Prêmio Capes de Tese foi instituído no ano de 2005, com objetivo de outorgar distinção às melhores teses de doutorado defendidas e aprovadas nos cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. São considerados na seleção os quesitos originalidade, inovação e qualidade. A pré-seleção é feita nos programas de pós-graduação das instituições de ensino superior. Para este ano, foram selecionadas as 44 melhores teses de doutorado, e outras 78 receberam Menção Honrosa. O resultado está disponível AQUI.
Gersem José dos Santos Luciano (FACED/UFAM), orientado por Stephen Baynes no DAN/UnB, ganhou menção honrosa no prêmio de melhor tese de doutorado em Antropologia, num estudo sobre Educação Indígena a partir do ponto de vista Baniwa e dos povos do Rio Negro, juntamente com Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque (UERJ), orientado por Antonella Tassinari na UFSC, com um trabalho sobre os Pankararu na cidade de São Paulo.
A cerimônia de entrega dos prêmios aos autores e da distinção aos respectivos orientadores e programas de pós-graduação ocorrerá no edifício-sede da Capes, em Brasília, no dia 13 de dezembro.

Fonte: CAPES

Abordagem da cultura indígena nas obras de Daniel Munduruku

 
“Meu interesse ao escrever um livro é dialogar com crianças e jovens. Procuro encontrar um cantinho na cabeça deles”, diz Daniel Munduruku, escritor indígena graduado em filosofia e educador social, ao abordar a reprodução da cultura indígena e o processo de criação de suas obras.
Com mais de 40 livros publicados, Daniel esteve em vários países da Europa, participando de conferências e ministrando oficinas culturais para crianças, com o intuito de dialogar sobre a cultura indígena. Ele conta que nunca escolheu ser escritor, contudo, o fato de ter algo a dizer sobre seu povo o motivava a fazer com que sua própria história e a de seus ancestrais fosse registrada e disseminada. “A escrita foi tomando conta de mim e, aos poucos, fui me aceitando: aceitando o fato de que minha escrita tem algo a dizer, aceitando ser dono de um estilo de narrativa que me foi oferecido por meus antepassados”, ressalta.
Apesar de tudo o que é feito para retratar e propagar a cultura indígena, o autor aponta que ainda há muito a ser feito. “A cultura indígena ainda é vista como folclórica. Isso é fruto de uma política que sempre tratou os indígenas como seres do passado, parados no tempo, sem história”, relata. “O resultado disso tem sido desastroso para a própria sociedade, pois acabou negando a participação efetiva de nossa gente indígena na composição da identidade nacional.”
Pela Global Editora, Daniel tem publicadas as seguintes obras: A Caveira Rolante, A Mulher-Lesma e Outras Histórias Indígenas de Assustar, A Palavra do Grande Chefe, A Primeira Estrela que Vejo É a Estrela do Meu Desejo e Outras Histórias Indígenas de Amor, Contos Indígenas Brasileiros, O Banquete dos Deuses, Outras Tantas Histórias Indígenas de Origem das Coisas e do Universo, Parece que Foi Ontem, Sabedoria das Águas, Você Lembra, Pai?, além de integrar as antologias Conto Com Você e Um Fio de Prosa.
Confira a entrevista completa com o autor:
A partir de que momento você decidiu que queria ser escritor?
A escrita foi tomando conta de mim. Nunca escolhi ser escritor, mas me deixei contaminar pela doença que é escrever. Aos poucos, fui aceitando o fato de que minha escrita tem algo a dizer, aceitando ser dono de um estilo de narrativa que me foi oferecido por meus antepassados. A eles sou sempre grato.
Em seus livros, que aspectos da cultura indígena você procura retratar?
Meu interesse ao escrever um livro é dialogar com crianças e jovens. Procuro encontrar um cantinho na cabeça deles. Sei que há muito preconceito com relação às populações indígenas, mas procuro ocupar esse espaço com assuntos que podem substituir o olhar equivocado. Talvez seja por isso que crio e conto histórias, reconto histórias tradicionais e trago informações. Ainda há muito a ser dito sobre a cultura indígena. E é pensando nisso que incentivo os jovens indígenas a escreverem suas histórias, pois não tenho sensibilidade suficiente para tratar de toda a magia que envolve nossa gente.
Como você enxerga a reprodução da cultura indígena na sociedade?
Infelizmente a cultura indígena é ainda vista como folclórica. Isso é fruto de uma política que sempre tratou os indígenas como seres do passado, parados no tempo, sem história. A sociedade brasileira acabou incorporando esse equivoco e aceitando como uma verdade absoluta. O resultado tem sido desastroso para a própria sociedade, pois acabou negando a participação efetiva de nossa gente na composição da identidade nacional. Além disso, esconde, não sem cinismo, o componente indígena de seu DNA.
Veja aqui os títulos do autor publicados pela Editora Global
De onde surge a inspiração para seus livros?
Meus textos são frutos de minha observação da realidade. Procuro não esquecer a beleza que há em cada momento, mesmo que não seja muito favorável. Busco o invisível num mundo onde reina apenas a aparência. Procuro não julgar, mas compreender. É dessa postura que nasce minha inspiração. Ela nasce no momento em que fecho os olhos para enxergar melhor.
Como educador, qual você considera ser a maior barreira quando se trata da disseminação da cultura indígena?
A maior barreira está no interior dos educadores. Educar é professar um ato de fé no ser humano. Para fazê-lo, é necessário saber fechar os olhos para se jogar em um abismo do improvável. O problema maior é que grande parte dos educadores não acredita em si mesmo. Ou seja, não é capaz de fechar os olhos para enxergar melhor a si mesmo e ver que há nele um universo inteiro que clama por uma verdadeira humanidade. Não crendo em si mesmo, como pode crer nas outras pessoas? Como educar para a diversidade? Como poderá ver a beleza que há no outro? Educar é sair de si e ir ao encontro do outro. É um ato de generosidade, de renúncia. Numa sociedade onde o que vale é o egoísmo, parece que pedir isso de alguém é absoluta falta de bom senso. Mas é justamente aí que mora a grande dificuldade da educação nacional.
Apesar do que vem sendo feito para propagar a cultura indígena, de que forma você acredita que a sociedade pode contribuir para que essa cultura seja, cada vez mais, difundida? 
A cultura indígena não precisa ser difundida. Não creio que os povos nativos estejam desejando ser melhor compreendidos ou conhecidos. A luta deles tem sido em direção de se sentirem parte da sociedade. O que tem ocorrido é uma invisibilidade patrocinada pelo sistema capitalista que prima pela destruição das diferenças procurando homogeneizá-las através do processo educativo. Penso que o melhor caminho é o da tolerância. Isso passa pela educação familiar e não pela escola. Aprende-se a respeitar o outro observando o exemplo dos adultos, mas a escola tem sido o lugar do desaprendizado, pois ensina a separação, a divisão, a multiplicação, o controle do outro, o domínio e o poder. Tolerar é deixar que o outro seja quem ele quiser ser e não o que desejamos para ele. Quando o outro pode ser plenamente o que é, a beleza acontece. É um aceitando o que é belo no outro e não acentuando o que há de feio, de triste. Isso é valorizar o menos ao invés do mais. Precisamos construir o caminho da tolerância, do respeito ao outro, do encontro com a diversidade.
Com tanta influência dos meios externos, quais são as maiores dificuldades das povos indígenas para manter sua tradição?
Quero deixar claro que há um equivoco ao ligar a tradição como algo do passado longínquo. Tradição é um método de manutenção da cultura. Método é caminho e caminho é movimento. Se há caminho, há segurança, continuidade. Manter a tradição não é andar sempre pelo mesmo caminho, mas não permitir que esqueçamos o caminho já percorrido. Este é o desafio dos povos indígenas hoje: como percorrer os caminhos que temos pela frente sem sair do caminho construído por nossos pais. Manter a tradição é, pois, ser fiel ao que nos foi ensinado. E o que nos foi ensinado? Que temos de viver o momento presente com a intensidade que ele se nos apresenta. E justamente por respeitarmos a tradição é que temos que fazer o exercício contínuo de atualizar a memória ancestral utilizando os instrumentos que hoje temos a nossa disposição. Portanto, dominar as novas tecnologias da informação e servir-se delas para difundir o caminho dos antepassados e construir uma nova relação com a sociedade nacional, é a melhor forma de nos sentirmos partícipes do universo sonhado pelos espíritos criadores.
http://www.globaleditora.com.br/noticias/abordagem-da-cultura-indigena-nas-obras-de-daniel-munduruku/

domingo, 3 de fevereiro de 2013

“TE VEO" (Te vejo!!)


"Oel ngati kameie" (língua dos Na'vi - Avatar)

Entre las tribus del norte de Natal, Sudáfrica, el saludo más común, equivalente a nuestro “hola”, es la expresión Sawu bona. Significa literalmente “te veo”. Los miembros de la tribu responden diciendo Sikkhona, “estoy aquí”. El orden del diálogo es importante: mientras no me hayas visto, no existo. Es como si al verme me dieras la existencia.
Este sentido, implícito en el idioma, forma parte del espíritu del Ubunto, una actitud mental prevaleciente entre los nativos africanos que viven al sur del Sahara. La palabra ubunto surge del dicho popular Umuntu ngumuntu nagabantu, que en Zulú significa “una persona es una persona a causa de los demás”. Si alguien se educa con esta perspectiva, su identidad se basa en el hecho de ser visto, de que la gente lo respete y lo reconozca como persona.
Durante los últimos años, en Sudáfrica, muchas empresas han contratado gerentes que se criaron en regiones tribales. La ética Ubuntu a menudo choca con la ética de esas empresas. En una oficina, por ejemplo, es muy normal cruzarse en el pasillo y no saludarlo. En la ética Ubuntu esto es peor que una falta de respeto, pues implica que no se reconoce la existencia de esa persona.
Hace poco tiempo, un consultor interno que se había criado en una aldea rural quedó bastante contrariado después de una reunión infructuosa. Cuando se comentó un proyecto donde él había desempeñado un papel vital, no se mencionó ni se reconoció su intervención. Cuando luego le preguntaron qué le molestaba tanto, respondió: “Ustedes no comprenden. Cuando hablaron del proyecto, no mencionaron mi nombre. No me hicieron una persona”.
En este curso aspiramos al respeto mutuo y a la apertura que forma parte del espíritu Ubuntu. Por sus características, es un curso que cobrará forma y significado a partir de las expectativas y compromisos de cada una de las personas (docente y alumnos/as) que estaremos trabajando para aprender, recordar cosas que ya sabemos, planificar y ejecutar acciones para mejorar la educación. Nos proponemos alentar el potencial ajeno mediante nuestra voluntad de ver la esencia de los demás.
Nos sentimos complacidos, al reconocer vuestra presencia mediante una bienvenida.

¡Los veo! ¡Me alegra que estén aquí!



María Elvira Martinez de Campos

(Doutora e Mestre em Ciências da Educação, Membro da Academia de Língua e Cultura Guarani-PY)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Protocolo de Tesis (Modelo para elaboração de Tese de Mestrado/Doutorado)


UNIVERSIDAD AMERICANA
CURSO DE GRADO
NOMBRE DE LA CARRERA









TÍTULO DEL TRABAJO





 NOMBRE DEL ALUMNO











ASUNCIÓN, PARAGUAY
2010

UNIVERSIDAD AMERICANA
CURSO DE GRADO
NOMBRE DE LA CARRERA






TÍTULO DEL TRABAJO




Trabajo de tesis presentado como requisito parcial para la obtención del título de (licenciado, master, doctor) en ..



Orientador: Prof.








ASUNCIÓN, PARAGUAY
2010

HOJA DE APROBACIÓN

Alumno:
Título del trabajo
Subtítulo:
Tipo de trabajo:
Examinadores:




Parecer








Nota: ___________ Aprobado (  ) Reprobado (  ) Reformular (  )
Localidad: __________ Fecha ________/______/_______

Firma del Examinador/es






ASUNCIÓN – PARAGUAY
2010






(Dedica este trabajo a las personas que contribuyeron a tu elevar tu conocimiento)








Agradecimiento




(escribe aquí el texto de agradecimiento, no cambies el formato en ningún sentido)



























(Escribe aquí la frase que te inspira. Coloca la referencia del autor y el año de de edición del libro) (AUTOR, 2007, p.)


RESUMEN

Contenido del resumen según la normativa ABNT NBR 6028. Es la única parte de la tesis que va con espacio simple. Abarca el contenido del trabajo. Debe ser atractivo y claro para que se continúe la lectura.
Debe exponerse:
·         Finalidad (incluye descripción del tema, objetivo general)
·         la metodología
·         los resultados más importantes a
·         las conclusiones.
Entre 150 y 500 palabras dependiendo del tamaño final de la tesis.
No debe contener:
·         Símbolos ni contracciones a no ser que su empleo sea imprescindible
·         Formulas, ecuaciones, diagramas
·         Citas textuales

Palabras claves: Incluir como máximo 5 palabras claves.




ABSTRACT

Mismo criterio que con el resumen en lengua vernácula.
No utilizar el traductor de la computadora para hacer el abstract porque éste no corrige la sintaxis.







LISTA DE TABLAS

TABLA 1 –Nombre de la primera tabla                                                 45
TABLA 2 – Nombre de la segunda tabla                                               52
TABLA 3 – Etc.                                                                                       61


LISTA DE GRÁFICOS


GRÁFICO 1 – Nombre del primer gráfico                                      12
GRÁFICO 2 – Nombre del segundo gráfico                                   25
GRÁFICO 3 – etc.                                                                            57

LISTA DE FIGURAS


FIGURA 1 – Nombre de la primera figura                                          56
FIGURA 2 – Nombre de la segunda figura                                         78
FIGURA 3 – etc.                                                                                   90

LISTA DE ABREVIATURAS



ABNT  Asociación Brasilera de Normas y Técnicas
HTML  Hypertext Markup Language
PNL    Programación Neurolingüística

 

 

 


SUMARIO




1 INTRODUCCIÓN

La redacción se realiza en tiempo presente, en tercera persona impersonal, en forma clara, objetiva y con sintaxis correcta.
Hernández Sampieri (2004) explica que una buena introducción incluye los antecedentes del tema a ser investigado redactado en forma breve y concreta, por lo que se presenta el tema, se lo define y limita a fin de ubicar al lector dentro de la temática a ser investigada.
Posteriormente se plantea el problema incluyendo la pregunta de investigación, los objetivos y la justificación. Es por ello que se evalúa la presentación de la problemática, haciendo hincapié en el problema principal, la presencia explícita de los objetivos (uno general y mínimo tres específicos). La justificación se recomienda redactar de acuerdo con la preguntas guía del mismo autor (HERNÁNDEZ SAMPIERI, 2004, p. 50) que incluyen la Conveniencia, Relevancia Social, Implicancias Prácticas, Valor Teórico, Utilidad Metodológica.
Se debe también explicar el contexto en el cual se desarrolla la investigación (cómo y dónde se realizó la investigación), así como las variables y los conceptos centrales con sus definiciones, información que puede ser complementada con la presentación en forma BREVE revisión de la literatura o fuentes teóricas y su significación tangencial (general)
Presentar el alcance y la delimitación de la investigación
Por último, describir brevemente la presentación de los capítulos/apartados y la razón de su disposición.
La introducción no debe contener subtítulos pero la información debe estar organizada y expresada de forma clara a fin de agilizar la corrección de la mesa examinadora.



2 CAPÍTULOS ORGANIZADOS SEGÚN EL EJE TEMÁTICO

Coherencia entre el eje temático y el objetivo de investigación
Incorporación adecuada de títulos y subtítulos numerados en forma progresiva siempre con números arábigos
Presentación clara y lógica de las principales ideas y conceptos de los autores discutidos
Referencia pertinente en cuanto a contenido (actualización y pertinencia en la información)
Referencia correcta en cuanto a la normativa ABNT. Extensión menor a 3 líneas entre comillas dentro del texto, mayor a 3 líneas en bloque a 4 cm del margen y en tamaño 10 p. sin comillas.
Permite el correcto tratamiento y análisis de los datos
Todos los párrafos están referenciados
Si utiliza ilustraciones (diseños, esquemas, fluxogramas, fotografías, gráficos, mapas, cuadros, etc) están numerados, titulados y referenciados. (las tablas se utilizan SOLO en los resultados).
La redacción se realiza en tiempo presente, en tercera persona impersonal, en forma clara, objetiva y con sintaxis correcta

Contenido general del marco teórico y referencial

Según explica Hernández Sampieri (2004) este apartado se subdivide organizando la información en antecedentes de investigación y teorías manejadas aunque no necesariamente en este orden. Es indispensable la concatenación entre un apartado y otro por lo tanto se recomienda organizar la información de lo más general a lo más particular. Para un desarrollo óptimo se recomienda leer el capítulo 4: elaboración del marco teórico del mismo autor; haciendo la salvedad que la normativa para las citaciones deberá ser la ABNT, pues este autor utiliza APA.

3 Definición conceptual de las variables

Una vez identificadas las variables de las hipótesis, y para que se unifiquen los significados posibles para los agentes de la investigación, se hace necesaria la definición conceptual, que puede ser de utilidad tomada de los especialistas, de las mismas. La definición conceptual presenta la variable con otros términos, principalmente de autores especializados (Hernandez Sampieri, 2004. p. 170).

4 Definición Operacional de las variables

Se entiende como definición operacional una serie de procedimientos, actividades u operaciones necesarias para medir una variable (Hernández Sampieri 2004. p. 171)
Tabla 9.4, para un ejemplo de desarrollo de ítems, pasando por la definición operacional de las variables en: Variable, Dimensiones, Indicadores e Ítems). A través de la operacionalización de las variables se accede a la elaboración del/de los instrumento/s de recolección de datos.

5 HIPÓTESIS SI HUBIERE


6 MARCO METODOLÓGICO

Se recomienda subdividirse en las siguientes secciones: diseño de la investigación; universo, población, muestra y descripción geográfica; técnicas de recolección de datos y técnicas de análisis de datos.

6.1 Contexto de investigación (Lugar de estudio)

Explicar. Presenta la delimitación geográfica en relación al universo estudiado y justifique tal delimitación.

6.2 Diseño de investigación

Los tipos de diseños de investigación pueden ser Experimentales o No Experimentales, dependiendo de la manipulación deliberada o no de las variables por parte del/a investigador/a. Se hace necesaria la selección consciente o el desarrollo de un diseño para el trabajo de investigación de modo a responder al planteamiento del problema y a las hipótesis (Sampieri 2006. p. 156  y sigtes. para diseños experimentales y p. 205 y sgtes. para diseños no experimentales).

6.2.1 Enfoque

Cualitativo o cuantitativo

6.2.2 Alcance

Descriptivo, correlacional

6.3. Fuente de Datos

Primaria o secundaria o ambas


Cuadro 1: Matriz metodológica
Objetivo específico
Variable
Indicadores
Escalas









6.4 Población y muestra

6.4.1 Sujeto

Procedencia, edad, sexo o cualquier característica relevante de los mismos.
Permitirá la identificación apropiada de los participantes (unidades de análisis o sujetos-objetos de observación). Cuando los participantes sean seres humanos, es de rigor que se informe acerca de los procedimientos para su selección. Se deberán indicar las principales características demográficas tales como sexo y edad. Cuando una característica demográfica particular constituye una variable experimental o es importante para la interpretación de los resultados, describa al grupo de manera específica. Para participantes animales, por ejemplo, se informarán el género, especie y número de cría u otra identificación específica. Se proporcionará el número de animales así como su sexo, peso, edad, etc. 

6.4.2 Universo o Población

Descripción del universo y cuantificación de la población

6.4.3 Muestra y procedimientos muestrales

Incluye el número de sujetos muestrales, técnica de muestreo, tipo de muestra, criterios de selección.
La muestra deberá describirse de manera adecuada y además deberá ser representativa (si no lo es, se proporcionarán las razones fundamentales). Las conclusiones e interpretaciones no irán más allá de lo que la muestra pudiera justificar.
La selección de una muestra ayuda en la economía de tiempo y recursos en una investigación y es indispensable para la definición de las unidades de análisis (personas u objetos considerados en la investigación). Para la selección de una muestra es necesaria la delimitación de la población de modo a poder generalizar los resultados de la investigación. La selección de la muestra puede realizarse con criterios probabilísticos y no probabilísticos (Ver Sampieri 2006. Capítulo 8, para todos los tipos de selección muestral, con las explicaciones de las respectivas fórmulas que pueden ser utilizadas para tal efecto).
Incluir técnica de muestro, tamaño y cálculo muestral

6.5 Técnica e instrumentos de recolección de datos

Describir cada una de las técnicas utilizadas con sus respectivos instrumentos y explicar su utilización de acuerdo con el objetivo específico que es atendido
Descripción precisa, confiabilidad, validez, variables o conceptos de acuerdo con los instrumentos, eventos, situaciones, categorías, lugares de donde se obtuvo la información.
Para el objetivo 1 se utiliza la técnica xxx y los instrumentos son: tal, tal y tal para conseguir tal y tal cosa
Para el objetivo 2 , etc…
La validación se procede ….de tal manera.

6.6 Procedimiento de recolección de datos

Describe exactamente cómo se aplicó el instrumento elegido. Se describe qué, con quién, con qué y cómo se investigó; cada paso llevado a cabo para la ejecución de la investigación.
Por tanto, en esta sección se explica el método de investigación con suficiente  detalle, qué es lo que se hizo y cómo se hizo, de manera que se tenga posibilidad de replicar el estudio.

6.7 Técnica de Análisis de los datos

Para el análisis de los datos cuantitativos existen varios procedimientos que deberán ser descritos en esta sección, antes de trasladarse al marco analítico.  Estos procedimientos pasan por la codificación de los datos obtenidos, la transferencia a una matriz y pueden utilizarse programas computacionales para la realización de los mismos. La estadística que podrá ser utilizada será, dependiendo de las investigaciones, la descriptiva o la inferencial (Ver Sampieri 2006. Capítulo 10, especialmente p. 408 para los procedimientos varios).


6. DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DE RESULTADOS

Posterior  al procesamiento de los datos. Estos serán sometidos a análisis, interpretación y discusiones en donde el/la que investiga deberá buscar las conexiones necesarias para enriquecer al máximo la investigación a través del razonamiento lógico. Será importante aún realizar algunos análisis adicionales y preparar los resultados para su presentación (Sampieri 2006. p. 485).
Se presenta la recopilación de datos y se discuten los resultados para exponer luego en detalle los datos que posteriormente justificarán nuestra síntesis. Se deben mencionar todos los resultados, incluso aquellos que contradigan a la hipótesis.
Se pueden utilizar tablas, gráficos o figuras para ilustrar mejor los resultados.  En todos los casos ellos deben estar comentados en el resultado y deberán estar numerados y contar con títulos y referencias bajo el gráfico o tabla.
Todos los gráficos y tablas deben contar con una descripción de los mismos.  Es indispensable recordar que éstos son solo ayudas visuales, la verdadera información surge del escrito de los resultados, el cual debe estar basado en la tabulación y la matriz de datos y debe tener coherencia absoluta con la hipótesis y las variables.
Los resultados se contextualizar con el marco teórico, el cual ayuda a la lectura de los números y el análisis interpretativo.
Este capítulo deberá contener la recopilación de datos y la presentación de los mismos. Brevemente se discutirán los resultados o hallazgos y luego se expondrán los datos en detalle para justificar la conclusión y así contestar a la pregunta principal o discutir la hipótesis.
Es importante interpretar los resultados dentro del marco teórico presentado en el desarrollo de la investigación a fin de articular coherentemente los datos en su contexto.
En esta sección se mencionarán todos los resultados relevantes, incluyendo aquellos que contradigan a las hipótesis. Para la presentación de los resultados analizados se podrán utilizar tablas, gráficos  o figuras.
En general, las tablas proporcionan los valores exactos, y bien preparadas, pueden mostrar datos y análisis complejos en un formato familiar para el lector. Las figuras cumplen igualmente un papel importante, ya que proporcionan una impresión visual rápida, e ilustran mejor las interacciones y comparaciones. Cuando se utilicen tablas y figuras, se deberá estar seguro de mencionarlas (a todas) dentro del texto. En ese sentido es importante recordar que tanto las tablas, gráficos y/o figuras deberán ir en todos los casos numeradas y con sus correspondientes títulos. Refiérase a todas las tablas como tablas y a todas las gráficas, fotografías o dibujos como figuras.
Cuando se presentan datos provenientes de métodos estadísticos inferenciales, incluya información acerca de la magnitud o valor obtenidos de la prueba, los grados de libertad, el nivel de probabilidad y la dirección del efecto.
Se recomienda organizar los resultados por subtítulos que correspondan a los objetivos específicos planteados, incluyendo un primer apartado, en caso que sea necesario, para la presentación de los datos sociodemográficos.
·         Presentación de las características de la muestra y los resultados de los análisis descriptivos
·         Coherencia en la presentación de los resultados y los objetivos específicos de la investigación.
·         Los resultados se organizan de acuerdo con los objetivos específicos
·         Pertinencia en la utilización de tablas o gráficos. No duplica información.
·         Las tablas y los gráficos cuentan con todos los elementos: numeración, título breve, etc. En los resultados se deduce que las tablas y los gráficos fueron elaborados por el tesis.
·         Análisis apropiado de datos con relación al marco teórico
·         Referencia pertinente en cuanto a contenido (actualización y pertinencia en la información)
·         Presentación de resultados adversos si lo hubiere
·         Discute el objetivo general o la hipótesis
·         La redacción se realiza en tiempo presente, en tercera persona impersonal, en forma clara, objetiva y con sintaxis correcta


7. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES

En las conclusiones de la investigación se presenta un resumen completo de todos los hallazgos pertinentes, la argumentación y las pruebas del trabajo de investigación.
Finalmente se evalúan los datos obtenidos y expuestos en el resultado y se los compara con la hipótesis original. Los resultados podrán ser examinados, interpretados y calificados para extraer de ellos inferencias.
Este  capítulo deberá iniciarse con una clara exposición de los sustentos de la hipótesis.
Es importante que no se reformulen o repitan simplemente las afirmaciones realizadas con anterioridad. Se debe reconocer las limitaciones y señalar las explicaciones alternativas de los resultados.
La discusión final debe responder a la pregunta de investigación y estar sustentada por la resolución de los objetivos específicos

7.1. Sugerencias

Se escriben los hallazgos inesperados y/o las sugerencias para que los siguientes investigadores ahonden en un tema basado en esta investigación.




REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

HERNÁNDEZ SAMPIERI, Roberto. Metodología de la investigación. Mc Graw Hill. México. 2003.
Normativa ABNT NBR 14724:2005 para trabajos académicos,
ABNT NBR 6023:2002 para referencias,
ABNT NBR 6024:2003 para numeración progresiva de las secciones de un documento escrito,
ABNT NBR 6027:2003 para sumario,
ABNT NBR 6028:2003 para resumen,
ABNT NBR 6034:2004 para índice,
ABNT NBR 10520:2002 para citaciones en documentos,
ABNT NBR 12225:2004 para la confección del lomo  (no es necesario según la normativa de la Universidad Americana)
ABNT NBR 15287:2005 para proyectos de investigación.
Universidad Americana. Reglamento de investigación. 2008.
Centro de Investigaciones. Manual de Estilo abreviado para elaboración de trabajos académicos de grado y postgrado. Universidad Americana. 2010.
Universidad SEEIUC. Guía de evaluación de trabajos de investigación. 2004.

TODAS las referencias deben estar de acuerdo con la normativa ABNT
Este documento fue elaborado por Adriana Deligdisch con el apoyo del profesor Irineo Barreto para la utilización en los postgrados Internacionales como un soporte para los extranjeros.





Anexo

Datos externos al investigador. Es opcional

APÉNDICE

Datos elaborados por el investigador, se exige presentar los instrumentos de recolección de datos vacíos.

A. Instrumento de Recolección de Datos


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