"Acreditando na magia que existe na educação! Buscando ser a mudança que quero ver no mundo"!
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ENCONTRO LITERÁRIO E INTERCULTURAL: GRAVATÁ RECEBE PELA PRIMEIRA VEZ O ESCRITOR DANIEL MUNDURUKU


ESCRITOR PARTICIPA DE PALESTRAS NOS DIAS 18 E 19 DE AGOSTO, NA QUADRA DAS SALESIANAS, PARA ALUNOS E PROFESSORES DO MUNICÍPIO DE GRAVATÁ/PE


Alunos do Instituto Nossa Sra. de Lourdes (Salesianas), Colégio Batista Betânia, Escola Pequeno Príncipe, Escola Primeiros Passos, Escola Peralta, Escola Centelha Divina, Escola da Mônica e os professores das séries iniciais do município de Gravatá, além de coordenadores, participarão de um momento ímpar em seu desenvolvimento escolar ( e profissional, no caso dos professores), no que concerne a ampliação dos conhecimentos acerca da Literatura infanto-juvenil, destacando a importância e a leitura, além de focar uma temática ainda "recheada" de folclorismo e mitos - a temática indígena - contemplando o que é determinado pela Lei 11.645/08 que torna obrigatório em todas as escolas do país o estudo e ensino da cultura indígena.

O escritor Daniel Munduruku é graduado em Filosofia e Psicologia e doutor em Educação pela USP (Universidade de São Paulo). Membro da Academia de Letras de Lorena (SP) desde 2009. Tem mais de 40 livros publicados, onde compartilha com crianças, jovens e adultos suas histórias e as histórias de seu povo.

O evento não é  aberto ao público não estudantil. A participação no evento foi direcionada às escolas e  a Secretaria Municipal de Educação de Gravatá, que avaliou e aprovou um projeto apresentado pela Profª Sunamita Oliveira.

A palestra inicia amanhã as 8h (pontualmente), e terá a participação do povo Xukuru do Ororubá (Pesqueira/PE).

Haverá exposição e venda dos livros do Dr. Daniel Munduruku, sendo autografados por ele, além dos artesanato Xukuru. Será uma rica e inesquecível aula, com certeza!!

ATENÇÃO: A CANTINA DA ESCOLA SALESIANAS ESTARÁ ABERTA!! 

APOIO:




 







segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Escolas da zona rural de Gravatá beneficiadas com o PDDE Campo

Do site da Prefeitura de Gravatá

O PDDE Campo consiste no repasse financeiro para escolas do campo com até 50 alunos em turmas organizadas sob a forma de multisseriação, para contratação de mão-de-obra e outras despesas necessárias à manutenção, conservação e pequenos reparos.




Quinze escolas da zona rural de Gravatá foram contempladas com o projeto PDDE Campo – Programa Dinheiro Direto na Escola que consiste no repasse financeiro para escolas do campo com até 50 alunos em turmas organizadas sob a forma de multisseriação, para contratação de mão-de-obra e outras despesas necessárias à manutenção, conservação e pequenos reparos em suas instalações, bem como aquisição de mobiliário escolar e outras ações de apoio a professores e estudantes em um ambiente escolar mais seguro e adequado ao aprendizado e à socialização. Em Gravatá as escolas contempladas já estão executando os recursos.
Este convênio firmado entre o FNDE e a Prefeitura , alocou recursos no valor de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais). Destes, R$ 12.000,00 (doze mil reais) são destinados a cada escola.

Genival José da Silva, responsável pela fiscalização deste convênio declarou em nota, “A Prefeitura através da Secretaria de Educação, vem revolucionado a educação no município. Entre muitas ações executadas e outras em andamentos, o PDEE Campo está modificando a realidade do dia-a-dia dos alunos e profissionais da educação, com recursos garantidos através de convênio entre o FNDE e a Prefeitura de Gravatá. Com essas ações promove o bem estar dos funcionários em seu ambiente de trabalho e eleva a auto-estima do educando que é o principal foco; ambiente escolar saudável reflete direto no aprendizado das crianças e promove a integração escola-comunidade”, afirmou.

“Estamos avançando com o propósito de elevar Gravatá e fazer com que a cidade siga no rumo certo que é o desenvolvimento escolar. As conquistas são grandes e estão refletidas nos resultados obtidos por nossos alunos”, disse a Maria da Paz, secretária de educação. 


Confira abaixo as escolas beneficiadas pelo PDDE Campo:


Escola Ana Camilo da Silva no Sítio Olho D'água dos Mocós

Escola Belarmina Cavalcante Gouveia no Sítio Valentim

Escola Inácio Saturnino de Arantes no Sítio Olho D'água das Urtigas

Escola José Ricardo de Almeida no Loteamento Ebenezer

Escola Manoel Alves da Silva no Sítio Limeira

Escola Manoel Francisco da Silva no Sítio Sarampo

Escola Maria Francisca da Silva no Sítio Casa Nova

Escola Municipal Jesus Maria e José no Sítio Maria Isabel

Escola Princesa Isabel no Sítio Casa Nova

Escola Rubens Assis no Sítio Lagoa do Costa

Escola Santa Luzia no Sítio Retiro Saudoso

Escola Assentamento Santo Antônio

Escola Santo Antônio no Sítio Caroá

Escola Severino Bezerra de Lima no Sítio Alto do Caboclo

Escola Tenente João N. Regalado no Sítio Olho D'água do Amarelo

terça-feira, 9 de agosto de 2011

GRAVATÁ ESTÁ NO RUMO CERTO!!!


PREFEITURA PROMOVE FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO PARA DISCUTIR E PROMOVER AÇÕES RELEVANTES PARA O MUNICÍPIO, COM INÍCIO IMEDIATO E RESULTADOS SIGNIFICATIVOS!!


Caso esteja errada, por favor, me corrijam, mas, nesses mais de 20 anos de vida política, não recordo de uma administração que tenha reunido, num mesmo local, integrantes com representatividade na sociedade gravataense, alguns até com reconhecimento nacional, para discutir, propor e executar melhorias para a cidade. Hoje, dia 09 de agosto de 2011, presenciei e  participei de um dos atos mais democráticos que possam existir, nas dependências do Hotel Fazenda Portal de Gravatá, no Fórum de Desenvolvimento, promovido pela Prefeitura Municipal de Gravatá, junto a empresários de vários setores, que empregam mão de obra gravataense.
Nomes como o dos empresários Eduardo Cavalcanti (Hotel Portal), Melquíades Zarzar (ICASA) dentre outros, ouviram e expuseram propostas para alavancar o crescimento da cidade, gerando assim, emprego e renda, que são convertidos em qualidade de vida.
O prefeito Ozano Brito Valença apresentou diversos projetos já em execução visando melhorias na vida dos munícipes e outros que serão concretizados até 2012, como por exemplo, em relação ao São João, uma das festas mais movimentadas da cidade.
Em 2012, o São João gravataense homenageará o Rei do Baião Luiz Gonzaga, com nada menos que 30 dias de festa, com muito forró, xaxado e baião, além de promover concomitantemente, concursos de poesias, sósias do rei do baião, artes, pinturas, dentre outros, em parceria com a Academia de Letras de Gravatá.
Foi anunciado pelo prefeito a instalação de uma estátua com 8 m do rei do baião em um dos pontos da cidade, tornando-se mais um atrativo no município. O local ainda não foi definido, e a secretaria de turismo está recebendo sugestões pelo email: escutaturismo@yahoo.com.br
Outra grande notícia é a possibilidade de Gravatá receber uma das seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2014. De acordo com a fala do secretário de governo Jaime Prado "se fizermos a lição de casa direitinho, temos todas as chances de concretizar esta ação". O prefeito assinou a liberação para realização da arquitetura do estádio, conforme orientações da FIFA. É cruzar os dedos e trabalhar bastante!!
Prof. Sunamita Oliveira com o prefeito Ozano Brito. (Foto: Tomás de Aquino)

Secretária de educação Maria da Paz (à direita) e sua adjunta Maria José
 

COLÉGIO BATISTA BETÂNIA DE GRAVATÁ DÁ AULA DE CIDADANIA E SOLIDARIEDADE

Gincana da solidariedade



Com apoio da Prefeitura, Escola Batista Betânia promoveu dia de doação de sangue

Informações do site da Prefeitura de Gravatá

A gincana escolar da Escola Batista Betânia teve um gesto diferente este ano. Com o apoio da Prefeitura/secretaria de Saúde, a escola trouxe a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope) promovendo um dia de doação de sangue. Cerca de 120 pessoas compareceram ao local. Os alunos participaram do momento convidando as pessoas para doar e conseguindo pontos na gincana.

De acordo com a vice diretora, Maria Luciene, este tipo de atividade estimula mais a educação no meio escolar. “A contribuição maior é a questão da solidariedade, principalmente na formação de nossos alunos”. Na semana passada, grupos de estudantes percorreram alguns pontos de Gravatá fazendo convite para o dia da doação. Cada pessoa recebeu uma fita que marca a equipe participante da gincana. Quem conseguisse o maior número de doadores venceria a disputa entre salas.

Antes de doar as pessoas passaram por uma triagem que inclui captação de dados sociais, questionário médico e exames como aferição de pressão. Cerca de 20 profissionais do Hemope estiveram envolvidos na ação.













segunda-feira, 8 de agosto de 2011

09 DE AGOSTO - DIA INTERNACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS

Marcelo Werá - guarani de Aracruz/ES. Marcos Xukuru - Pesqueira/PE




Mulheres Kamayurá - Xingu -MT

O dia internacional do índio foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano de 1995, através de decreto que indicou o dia 09 de agosto para a referida data.
As reuniões iniciaram-se em Genebra, onde grupos indígenas se reuniam buscando garantir suas condições de vida, seus direitos humanos, que eram marginalizados. O movimento causou atitude de reflexão sobre tais condições subumanas que os mesmos viviam, além do direito a terra e ao resgate de sua cultura. Outros pontos importantes discutidos no evento foram: os impactos sofridos pelos aborígines; a promoção da manutenção de sua cultura pelo mundo, patrimônio cultural e histórico que deve ser preservado por suas riquezas, por sua sabedoria milenar, por suas contribuições para a diversidade das civilizações, tendo se tornado riquezas da humanidade.
Com o passar dos anos, através da reunião, foi instituída a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.
A Comissão dos Direitos Humanos também atuou no projeto, a fim de garantir tais direitos.
Porém, a iniciativa ainda é pequena diante de tantos anos de extorsão, discriminação, preconceito e descaso a que a etnia indígena sofreu e suporta até os dias de hoje, mesmo estando protegidos pelo documento, que aparece em quarenta e seis artigos que abordam sobre seus direitos e dignidade.
O Brasil também participou do movimento, pois líderes indígenas se envolveram com os debates, impondo suas necessidades, exigindo o respeito às suas culturas, às distintas línguas, à preservação de seus costumes, da sua forma de ver o mundo. Porém, as primeiras manifestações no Brasil surgiram a partir de um grupo de futebol indígena, o União das Nações Indígenas, mostrando que já estavam politizados.
Cansados de ter sua cultura dominada pela cultura do homem branco, o Gerente do Memorial dos Povos Indígenas e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Cátedra Indígena Internacional, Marcos Terena, deixa seu recado sobre o assunto: “situações de dominação devem despertar nossa revolta e nossa indignação e mais do que nunca nós, como parte do movimento indígena, devemos relembrar as conquistas indígenas e, a cada 09 de Agosto, jamais permitir que o homem branco continue falando por nós, tomando nossas ideias e mantendo uma postura de "grande pai". Esse tempo já acabou, mas compete a nós indígenas, fomentar, divulgar e fiscalizar essas ações racistas e preconceituosas.”
Não importa a região em que se encontram, o país, o estado ou a cidade, nem tampouco as tribos às quais pertencem. Os índios merecem respeito e dignidade.
Sabe-se que assim como outras etnias, devem ser considerados em seus valores, em seus costumes, em seus saberes e cultura. Diante disso, protegê-los contra a dominação de homens de outras progênies, contra a destruição dos seus meios naturais de sobrevivência, contra a falta de política que garantam sua educação, saúde e bem-estar é uma obrigação de todos, segundo a última Constituição do Brasil. Cumpra-se!


Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


E MAIS:
Em 9 de agosto comemoramos o Dia Internacional dos Povos Indígenas. Portanto, o WRM quer expressar seu total apoio aos numerosos povos indígenas que lutam corajosamente pelo reconhecimento de seus direitos no mundo inteiro.
Especialmente queremos focalizar-nos no direito daqueles povos indígenas que têm optado por viver em isolamento voluntário. Em um mundo caracterizado pela informação, há assuntos que têm sido invisibilizados de tal maneira, que a grande maioria das pessoas desconhecem sua existência. É o caso desses povos que habitam as florestas da América do Sul, da África e da Ásia. São poucas as pessoas que estão a par de que alguns desses povos ainda não foram contatados pela sociedade predominante e que em outros casos se resistem à integração apesar –ou em decorrência- de terem sido contatados em algum momento de sua história.
A própria existência desses povos está seriamente ameaçada pelo avanço destrutivo do "desenvolvimento". As rodovias que se introduzem na floresta para extrair madeira, petróleo, minerais ou para promover a colonização agrícola e pecuária, podem ser catalogadas como as rodovias da morte para esses povos. Elas transportam não só doenças desconhecidas para as quais seus corpos não estão preparados, mas também a destruição da floresta que é a fornecedora do sustento, a poluição das águas que usam para beber, tomar banho e pescar, os enfrentamentos com quem pretende apropriar-se de seu território, a morte de suas culturas milenares.
É importante enfatizar que esses povos nunca foram perguntados se queriam ser brasileiros, ou equatorianos, ou peruanos, ou congoleses ou camaroneses ou indonésios ou malaios. Simplesmente cada governo (colonial ou nacional) desenhou um mapa e determinou que todos os territórios incluídos dentro de suas fronteiras "pertenciam" ao país ou colônia correspondente. Não importou que esses povos estivessem vivendo nesses territórios antes da própria criação dos estados nacionais ou da colonização estrangeira. Eles foram "nacionalizados" de fato.
Esses povos se encontram em total inferioridade de condições para resistirem o avanço avassalador da sociedade predominante. É por isso que todos os que acreditamos na justiça temos a obrigação de oferecer-lhes, de múltiplas formas, o apoio que necessitam –embora não seja pedido- para defender seus direitos e para deter o genocídio silencioso e invisível ao que estão expostos.
Nesse sentido, a primeira providência que podemos tomar é informar o mundo a respeito de sua existência, como passo inicial a caminho de um objetivo de somar vontades para a defesa de seu direito a viver em seus territórios da forma que eles determinarem, incluído o direito a não integrar-se a uma sociedade à que não desejam pertencer.
Junto a isso, devemos fazer tudo o que for possível para proteger seus territórios de invasões externas vinculadas a atividades tais como a atividade madeireira, a mineração, a exploração petroleira e a colonização. Quer dizer, em primeiro lugar conseguir o reconhecimento legal de seus direitos por parte do Governo e o estrito cumprimento das disposições legais perante possíveis invasões não autorizadas. E além disso fazer com que o Estado exclua explicitamente esses territórios de seus programas de desenvolvimento.
Na realidade, não deveria chamar nossa atenção que houvesse povos que não queiram ser integrados a uma sociedade como a que temos atualmente, que empurra milhões à pobreza e à fome e que destrói tudo o que toca (clima, florestas, pradarias, zonas úmidas, solos, ar). Estes povos não são pobres nem ignorantes. São diferentes e estão mostrando uma enorme sabedoria ao querer manter seu isolamento. Vamos ajudá-los a viver de seu próprio jeito até o dia em que decidam por sua própria vontade, –se isso acontecer, integrar-se à sociedade predominante.

Disponível em:

EXTENSÃO DA FACOL EM GRAVATÁ INICIOU AULAS DE PSICOPEDAGOGIA NESTE SÁBADO


UM GRANDE INÍCIO COM AULAS DE ARTE-TERAPIA


Para quem não acreditava, ai está. A primeira turma do curso de Psicopedagogia pela FACOL (Faculdade Osman Lins) em plena atividade. E não poderia ser melhor. O primeiro módulo trouxe a leveza da arte-terapia e já cativou mais de quarenta alunos. A expectativa do coordenador Prof. Ricardo é de formar pelo três turmas de Psicopedagogia e pelo menos uma de Educação Especial. As matrículas estão abertas no próximo sábado (13) no 1º andar do prédio da Esposende Calçados, ao lado da Sorveteria Alvorada. Está esperando o que? Faça sua matrícula. Atualize-se, cresça, evolua. Faça FACOL!!



E quem diria! Olha eu ai! Depois de mais de 10 anos de espera, duas matrículas trancadas, finalmente, Pedagoga, cursando Psicopedagogia, rumo ao curso de Psicologia, sendo aluna do 2º período de História pela UFRPE. E ainda tem fôlego para mais!!!

ÓTIMAS NOTÍCIAS DO SITE DA PREFEITURA DE GRAVATÁ!!

Gravatá é contemplada com construção de creches e quadra poliesportiva



A verba foi liberada através do Programa de Implementação de Escolas para Educação Infantil do Governo Federal.



Mais uma boa notícia para educação de Gravatá. O município foi contemplado com a construção de uma pré-escola no bairro do Jucá, uma creche no Loteamento Alpes Suíço e uma quadra poliesportiva na Escola Cônego Eugênio Vilanova na COHAB II. A verba para construção da creche foi liberada através do Programa de Implementação de Escolas para Educação Infantil do Governo Federal, e as escolas construídas ou reformadas no âmbito do programa deverão priorizar a acessibilidade, fazendo as adequações necessárias a fim de permitir seu uso por portadores de necessidades especiais, criando e sinalizando rotas acessíveis, ligando os ambientes de uso pedagógico, administrativo, recreativo, esportivo e de alimentação.

Maria da Paz, secretária de educação de Gravatá, destaca a importância da construção de creches no município, “Não há dúvida que há uma enorme carência de creche e de pré-escola. Sabemos que estas duas conquistas, não resolverão totalmente essa carência, mas ajudará no desenvolvimento da Educação Municipal. Estamos trabalhando intensamente para trazermos, mais construções de escolas para Gravatá. Esse é um dos propósitos primordiais da administração do prefeito Ozano Brito”, disse a secretária. Maria da Paz está se reunindo com a equipe do Governo para que todos os ajustes sejam feitos o quanto antes.



Notícia Postada em 08/08/2011 às 10:19:02 por: Sec. Imprensa

terça-feira, 2 de agosto de 2011

SAUDADES DE "SEU LUA" - 22 ANOS SEM O REI DO BAIÃO!!

Luiz Gonzaga. Imagem: Google

PARA LEMBRAR O QUE NÃO PODEMOS ESQUECER: A VIDA E A OBRA DO REI LUIZ GONZAGA


Luiz Gonzaga do Nascimento [1] (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o "rei do baião". É considerado mestre do cantor Dominguinhos.

Biografia

Nasceu na fazenda Caiçara, no sopé da Serra de Araripe, na zona rural de Exu, sertão de Pernambuco. O lugar seria revivido anos mais tarde em "Pé de Serra", uma de suas primeiras composições. Seu pai, Januário, trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos, ele se apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte. Januário e Santana lhe deram uma surra por isso. Revoltado, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército em Crato, Ceará. A partir dali, durante nove anos ele viajou por vários estados brasileiros, como soldado. Em Juiz de Fora-MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. Dele, recebeu importantes lições de música.
Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar na zona do meretrício. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros, sambas, fox e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe , um tema de sabor regional, de sua autoria. O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.
Veio depois a sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Foi lá que tomou contato com o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Foi do contato com este artista que surgiu a ideia de Luiz Gonzaga apresentar-se vestido de vaqueiro - figurino que o consagrou como artista.
Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.
Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odalisca Guedes deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça - iniciado provavelmente quando ela já estava grávida - e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.
Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e o reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, parceria com Humberto Teixeira.
Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até perto do fim da vida de "Lua". E com ela teve outro filho que Lua a Chamava de Rosinha.
Gonzaga sofria de osteoporose. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal. Sua música mais famosa é Asa
Luiz Gonzaga do Nascimento [1] (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o "rei do baião". É considerado mestre do cantor Dominguinhos.
Biografia
Nasceu na fazenda Caiçara, no sopé da Serra de Araripe, na zona rural de Exu, sertão de Pernambuco. O lugar seria revivido anos mais tarde em "Pé de Serra", uma de suas primeiras composições. Seu pai, Januário, trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos, ele se apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte. Januário e Santana lhe deram uma surra por isso. Revoltado, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército em Crato, Ceará. A partir dali, durante nove anos ele viajou por vários estados brasileiros, como soldado. Em Juiz de Fora-MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. Dele, recebeu importantes lições de música.
Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar na zona do meretrício. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros, sambas, fox e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe , um tema de sabor regional, de sua autoria. O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.
Veio depois a sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Foi lá que tomou contato com o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Foi do contato com este artista que surgiu a ideia de Luiz Gonzaga apresentar-se vestido de vaqueiro - figurino que o consagrou como artista.
Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.
Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odalisca Guedes deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça - iniciado provavelmente quando ela já estava grávida - e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.
Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e o reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, parceria com Humberto Teixeira.
Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até perto do fim da vida de "Lua". E com ela teve outro filho que Lua a Chamava de Rosinha.
Gonzaga sofria de osteoporose. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal. Sua música mais famosa é Asa Branca.

Sucessos

A dança da moda, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)A feira de Caruaru, Onildo Almeida (1957)A letra I, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)A morte do vaqueiro, Luiz Gonzaga e Nelson Barbalho (1963)A triste partida, Patativa do Assaré (1964)A vida do viajante, Hervé Cordovil e Luiz Gonzaga (1953)Acauã, Zé Dantas (1952)Adeus, Iracema, Zé Dantas (1962)Á-bê-cê do sertão, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)Adeus, Pernambuco, Hervé Cordovil e Manezinho Araújo (1952)Algodão, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)Amanhã eu vou, Beduíno e Luiz Gonzaga (1951)Amor da minha vida, Benil Santos e Raul Sampaio (1960)Asa-branca, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1947)Assum-preto, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)Ave-maria sertaneja, Júlio Ricardo e O. de Oliveira (1964)Baião, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1946)Baião da Penha, David Nasser e Guio de Morais (1951)Beata Mocinha, Manezinho Araújo e Zé Renato (1952)Boi bumbá, Gonzaguinha e Luiz Gonzaga (1965)Boiadeiro, Armando Cavalcanti e Klécius Caldas (1950)Cacimba Nova, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1964)Calango da lacraia, Jeová Portela e Luiz Gonzaga (1946)O Cheiro de Carolina, - Sua Sanfona e Sua Simpatia - Amorim Roxo e Zé Gonzaga (1998)Chofer de praça, Evaldo Ruy e Fernando Lobo (1950)Cigarro de paia, Armando Cavalcanti e Klécius Caldas (1951)Cintura fina, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)Cortando pano, Jeová Portela, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1945)De Fiá Pavi (João Silva/Oseinha) (1987)Dezessete légua e meia, Carlos Barroso e Humberto Teixeira (1950)Feira de gado, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)Firim, firim, firim, Alcebíades Nogueira e Luiz Gonzaga (1948)Fogo sem fuzil, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1965)Fole gemedor, Luiz Gonzaga (1964)Forró de Mané Vito, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)Forró de Zé Antão, Zé Dantas (1962)Forró de Zé do Baile, Severino Ramos (1964)Forró de Zé Tatu, Jorge de Castro e Zé Ramos (1955)Forró no escuro, Luiz Gonzaga (1957)Fuga da África, Luiz Gonzaga (1944)Hora do adeus, Luiz Queiroga e Onildo Almeida (1967)Imbalança, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1952)Jardim da saudade, Alcides Gonçalves e Lupicínio Rodrigues (1952)Juca, Lupicínio Rodrigues (1952)Lascando o cano, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)Légua tirana, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1949)Lembrança de primavera, Gonzaguinha (1964)Liforme instravagante, Raimundo Granjeiro (1963)Lorota boa, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1949)Moda da mula preta, Raul Torres (1948)Moreninha tentação, Sylvio Moacyr de Araújo e Luiz Gonzaga (1953)No Ceará não tem disso, não, Guio de Morais (1950)No meu pé de serra, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1947)Noites brasileiras, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)Numa sala de reboco, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1964)O maior tocador, Luiz Guimarães (1965)O xote das meninas, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)Ô véio macho, Rosil Cavalcanti (1962)Obrigado, João Paulo, Luiz Gonzaga e Padre Gothardo (1981)O fole roncou, Luiz Gonzaga e Nelson Valença (1973)Óia eu aqui de novo, Antônio Barros (1967)Olha pro céu, Luiz Gonzaga e Peterpan (1951)Ou casa, ou morre, Elias Soares (1967)Ovo azul, Miguel Lima e Paraguaçu (1946)Padroeira do Brasil, Luiz Gonzaga e Raimundo Granjeiro (1955)Pão-duro, Assis Valente e Luiz Gonzaga (1946)Pássaro carão, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1962)Pau-de-arara, Guio de Morais e Luiz Gonzaga (1952)Paulo Afonso, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1955)Pé de serra, Luiz Gonzaga (1942)Penerô xerém, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1945)Perpétua, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1946)Piauí, Sylvio Moacyr de Araújo (1952)Piriri, Albuquerque e João Silva (1965)Quase maluco, Luiz Gonzaga e Victor Simon (1950)Quer ir mais eu?, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1947)Quero chá, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1965)Padre sertanejo, Helena Gonzaga e Pantaleão (1964)Respeita Januário, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)Retrato de Um Forró,Luiz Ramalho e Luiz Gonzaga (1974)Riacho do Navio, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1955)Sabiá, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1951)Sanfona do povo, Luiz Gonzaga e Luiz Guimarães (1964)Sanfoneiro Zé Tatu, Onildo Almeida (1962)São-joão na roça, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1952)Siri jogando bola, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1956)Vem, morena, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)Vira-e-mexe, Luiz Gonzaga (1941)Xanduzinha, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)Xote dos cabeludos, José Clementino e Luiz Gonzaga (1967)Antônio Nunes, meu Amor, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro (1000)Maçons, Meus Relógios, Luiz Gonzaga e [Jackson do Pandeiro] (1500)A minha tia godofreda weberrenta, Luiz Gonzaga, e seu tio [Antônio Nunes] (1395).

Fonte: Wikipédia

domingo, 31 de julho de 2011

O QUE É SÍNDROME DE DOWN?

Gabriela, que é Down, mãe de Valentina, sem a patologia. Imagem: Google

ACESSE, LEIA, SE INFORME!! ESSA É A MELHOR MANEIRA DE COMBATER O PRECONCEITO E PRATICAR A INCLUSÃO!!

BLOG NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS


GRAVATÁ EXALA CULTURA: DANÇA, MÚSICA DE QUALIDADE E ARTE PARA O POVO, EM PLENA PRAÇA!


PROJETO DA PREFEITURA "HOJE TEM EM GRAVATÁ" PROVA QUE O POVO GOSTA E VALORIZA O QUE É BOM!!
"A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA"!!

Hoje tem em Gravatá firma-se no calendário de eventos da cidade sendo sucesso a cada edição

Projeto cultural inovou em sua oitava edição trazendo o especial “Vamos dançar na Praça”.

Um programa de família feito para a família gravataense. Esse é o objetivo do projeto cultural Hoje tem em Gravatá realizado pela Prefeitura / Secretaria de Turismo, um evento que já está firmado no calendário festivo da cidade lotando a cada edição a Praça Dez. E no último sábado (30/07) não foi diferente com o especial “Vamos dançar na Praça”, uma novidade que fez sucesso e agradou o grande público que se divertiu a valer com a apresentação fantástica de Adelson e Banda Novo Tempo, Academia Art Dança Rosivânia Pereira e Expresso Jovem Guarda, todos dispensam comentários esbanjando talento e criatividade.

A criançada também teve seu espaço garantido com atividades de recreação, pintura facial, arte em papel e muito mais. Tudo isso sem contar com as barracas de comidas típicas da região que foram um espetáculo a parte. O artesanato gravataense esteve em destaque com todo seu valor. A presidente da Estação do Artesão, Fátima Vieira, participa do projeto desde sua primeira edição e garante que a iniciativa traz resultados, “não me arrependo em participar, exponho meus produtos, faço bons negócios e ainda mais tenho a oportunidade de prestigiar uma festa tão bonita”, garantiu.

Ricardo Guerra, secretário de turismo, revelou como surgiu a iniciativa de levar dança para praça, “Gravatá inspira e transpira charme e sensualidade, e nada melhor do que trazer dança, todos de alguma forma gostam de dançar, foi dessa forma que surgiu a vontade de fazer diferente e movimentar o Hoje tem em Gravatá. Estamos fechando o período de férias com chave de ouro”, disse. E a nona edição do projeto já tem data marcada para acontecer, dia 27 de agosto homenageando os 20 anos do GAMR – Grupo de Apoio aos Meninos e Meninas de Rua.



































































 

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