















UM BANHO DE CULTURA POPULAR NO CIRCUITO DO FRIO EM GRAVATÁ
Reflexões sobre a educação, ação social e as Culturas Indígenas e Afro brasileira.

















É Sempre Bom Se Prevenir...
A Pedido De Um Amigo De Pesquisas No Tempo Do Nosso Saudoso
E Querido Corsini, Do Qual Fui Amigo (Nos Anos 70) E Discípulo
No Começo Dos Anos 80 Em Imunologia E Genética (Unicamp),
Vou Repassar A Todos A Maneira Mais Correta E Saudável De Enfrentar
Essa Influenza A (Erroneamente Chamada De Gripe Suína).
O Melhor Que Vc Pode Fazer É Reforçar O Seu Sistema Imunológico
Através De Uma Alimentação Correta E Saudável,
No Sentido De Manipular Sua Imunidade,
Preparando Suas Células Brancas Do Sangue (Neutrófilos) E Os Linfócitos (Células T)
As Células B E Células Matadoras Naturais. Essas Células B
Produzem Anticorpos Importantes Que Correm Para Destruir Os Invasores Estranhos,
Como Vírus, Bactérias E Células De Tumores.
As Células T Controlam Inúmeras Atividades Imunólogicas E Produzem
Duas Substâncias Químicas Chamadas Interferon E Interleucina,
Essenciais Ao Combate De Infecções E De Tumores.
Bem Vamos Ao Que Interessa, Ou Seja Quais Alimentos São Importantes
(Estimulam A Ação Do Sistema Imunológico E Potencializam Seu Funcionamento).
Importante: Mantenha Suas Mãos Sempre Bem Limpas
E Use Fio Dental Para Limpar Os Dentes, Antes Da Escovação.
Com Esses Cuidados Acima E Essa Alimentação...
Os Vírus Nem Chegarão Perto De Vc.
Abraços
6 De Maio De 2009
(Uma Pequena Contribuição Para Vc Enfrentar Essa E Qualquer Gripe
Que Porventura Apareça No Seu Caminho).
Se Achar Útil Por Favor Repasse Aos Seus Amigos...





























| Ariano Suassuna dará aula espetáculo em Gravatá | |
| Um dos mais importantes escritores de Brasil estará abrindo a Festa da Estação. Qualquer um pode participar mas são apenas 500 vagas | |
| O evento faz parte da abertura da Festa da Estação que vai até o próximo sábado. Participam estudantes, artesãos, artistas, representantes do governo e legislativo. São apenas 500 vagas e a aula será na Escola Professor Antônio Farias às 20h. Quem quiser assistir basta procurar a Secretaria de Turismo a partir das 7h30 e solicitar uma senha. Disponível no site da Prefeitura de Gravatá- www.prefeituradegravata.com.br *PELA PRIMEIRA VEZ, ESTA HUMILDE FÃ TERÁ A OPORTUNIDADE DE ASSISTIR UMA DAS AULAS-ESPETÁCULO DO GRANDE ESCRITOR E JÁ IMORTAL ARIANO SUASSUNA. MINHA TORCIDA PARA QUE A PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ APROVEITE A VISITA E SE INSPIRE PARA PRESTAR UMA JUSTA HOMENAGEM AO MESTRE, EM VIDA, DANDO SEU NOME A UMA DAS ESCOLAS MUNICIPAIS QUE CARREGA O FARDO DE TER O NOME DE UM AMERICANO! Aff... | |









A Faculdade do Vale do Ipojuca, através do curso de enfermagem, realizará no Maria José Recepções 1, nos dias 18 e 19 de agosto de 2009, a I Jornada de imunização de Caruaru. Durante os dois dias de Jornada, os profissionais de saúde participarão de conferências, mesas redondas e debates sobre vacinas, tema central da discussão, e os sub-temas:
Vacinação para todos
Conceitos fundamentais
Calendários vacinais e suas diferenças
As vacinas e suas particularidades
Novas abordagens para o desenvolvimento de vacinas
A importância da Enfermagem nas imunizações
Efeitos adversos
Programação detalhada do evento
18 de agosto de 2009 - 19:00h - ABERTURA
“VACINAÇÃO PARA TODOS”
“ENTENDENDO OS CALENDÁRIOS”
Calendários disponíveis e suas diferenças
A maleabilidade dos calendários
Aspectos gerais (Intervalo de doses; Reforços; Intercambiabilidade; Aplicação simultânea)
Proteção Individual e Coletiva
Serviços de vacinação
SI-PNI- sistema de informação do programa nacional de imunização
19 de agosto de 2009 – 9:00h
“CONCEITOS FUNDAMENTAIS”
Memória imunológica
Tipos de vacinas e mecanismos de ação
Composição das vacinas
Combinações e associações
Novas abordagens para o desenvolvimento das vacinas
“DOENÇAS E VACINAS”
dT
DTP
Hepatite B
HPV
Poliomielite
Raiva
Rotavírus
Rubéola
Tetravalente
Tríplice viral
Tuberculose
19 de agosto de 2009 – 14:00h
“INFLUENZA A - SUBTIPO H1N1”
“VACINAÇÃO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS”
Prematuros
Vacinação em gestantes
Imunodeficiências primárias
“ASPECTOS PRÁTICOS DAS IMUNIZAÇÕES”
“BLOQUEIO VACINAL E A IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NAS IMUNIZAÇÕES”


Associação de Porto Alegre pode garantir 6,5 mil metros quadrados e vira referência para comunidades negras
Elder Ogliari
Para economista, é preciso supervisionar o que ocorre na sala de aula no Brasil; problema também afeta escola particular
| Letícia Moreira/Folha Imagem |
FOLHA - O que mais chamou a sua atenção nas aulas no Brasil?
MARTIN CARNOY - Professoras contratadas por indicação do secretário de Educação do município, que dirigem a escola e vão lá de vez em quando; 60% das crianças repetem o ano, e professoras pensam que isso é natural porque acham que as crianças simplesmente não conseguem aprender. Fiquei impressionado, o livro [didático usado na sala de aula] era difícil de ler. Precisaria ter alguém muito bom para ensinar aquelas crianças com ele. Ficaria surpreso se qualquer criança conseguisse passar [de ano]. Vi escolas na Bahia, em Mato Grosso do Sul, em São Paulo, no Rio... [entre outros].
FOLHA - Qual a metodologia do estudo?
CARNOY - Como economista, usei dados macro para explicar as diferenças entre os países nos testes de matemática e linguagem. Fizemos análises com visitas a escolas e filmamos classes de matemática e analisamos as diferenças entre as atividades em classe. Há uma grande diferença, pais cubanos têm renda baixa, mas são altamente educados, em comparação com os do Brasil. O estudo foi finalizado em 2003 e depois comparamos Costa Rica e Panamá. Na Costa Rica, há coisas engenhosas, aulas com duas horas, em que se pode realmente ensinar algo. Supervisionar a resolução de problemas de matemática e, principalmente, discutir resultados e erros. Os alunos cubanos têm aulas acadêmicas das 8h às 12h30. Depois, almoço. Voltam às 14h e ficam até as 16h30, quando têm uma sessão de TV por 40 minutos. A seguir, artes e esportes, mas com o mesmo professor.
FOLHA - Ter o mesmo professor durante quatro anos (como os cubanos) é uma vantagem?
CARNOY - Quatro anos, pelo menos. Mas os alunos não mudam de um ano para outro. No Brasil, se alunos e professores mudam muito de escola, como fazer isso? Se a ideia é tão boa, se funciona, deveríamos fazer algo para que pelo menos professores não mudassem tanto.
FOLHA - Qual a sua avaliação sobre a proposta da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo que vincula o aumento de salário à permanência do professor na mesma escola e à aprovação em testes?
CARNOY - Sugeri ao secretário Paulo Renato que acrescentasse um teste: filmar o professor, como no Chile. Professores de outra escola avaliam os videoteipes. Professores podem ser bons nos testes, mas péssimos para ensinar. Se você tiver um professor experiente que foi bem ensinado a ensinar e teve um bom desempenho com os alunos, a diferença é visível em relação a uma pessoa sem experiência, como eu. Profissionais que viram as fitas disseram que há grande diferença entre o professor cubano e o brasileiro.
FOLHA - A Secretaria da Educação pretende oferecer curso de treinamento de professores de quatro meses. Em Cuba, dura 18 meses, para o nível médio. O que é importante num treinamento?
CARNOY - [Em Cuba] São oito meses para a escola fundamental. Mas são para os professores que não foram à faculdade. Você deve se lembrar que houve escassez de professores, com o incremento do turismo, que atrai pelo pagamento em dólares. Tiveram de produzir muitos professores, muito rapidamente. Então, pegaram os melhores estudantes do ensino médio e lhes ofereceram cinco anos de universidade nos finais de semana. O que é importante nesses cursos de treinamento é ensinar como dar o currículo, como ensinar matemática. O Estado deve estabelecer padrões claros, como na Califórnia. Isso é o que tem de ser ensinado em matemática no terceiro ano. No Chile, há um currículo nacional, mas não ensinam aos estudantes de pedagogia como ensinar o currículo.
FOLHA - O sr. dá muita importância ao diretor...
CARNOY - E também à supervisora, que em muitas escolas no Brasil não fazem nada, não entram em sala. Em Cuba, diretores e vice-diretores ou supervisoras assistem às aulas. Nos primeiros três anos de serviços de um professor, eles entram muito, ao menos duas vezes por semana. São tutores que asseguraram que a instrução siga o método e o nível requeridos pelos padrões estabelecidos.
FOLHA - Os bônus a professores, como ocorre no Estado de São Paulo, são um bom caminho?
CARNOY - Não há boas evidências de que esse sistema de estímulo funciona. O modelo usado em São Paulo, em que todos os professores ganham mais dinheiro se a escola atingir a meta, pode funcionar. Tentaram isso na Carolina do Sul, no final dos anos 80. Foi um grande sucesso por poucos anos e, depois, deixou de sê-lo porque não houve mais melhora. Eles só atingiram um certo limite e não conseguiram mais progredir. Há o efeito inicial do esforço e depois, quando as pessoas têm que saber melhor como aprimorar o desempenho dos alunos, nada acontece. E não existe mais na Carolina do Sul. O que tem sido feito, em geral, nos EUA não é bônus, mas punição. Se a escola fracassa em atingir a sua meta em três anos, como na Flórida, os estudantes podem receber vouchers e frequentar escolas particulares, em vez de públicas. A forma como estão fazendo em São Paulo não é a melhor. Eles medem neste ano como a segunda série aprende e, no próximo, quanto a segunda série aprende. Mas não os mesmos alunos. Escolas pequenas têm mais chance de receber bônus do que grandes. Se a escola cai, não há punição. Só não recebe bônus. Não estou defendendo punição, só digo que eles [bônus] são mal mensurados. Você pode fazer como em São Paulo, mas não dar bônus todo ano, e sim a cada dois anos. E aí poderá ver o que se ganhou com os alunos que se mantiveram na escola e ter as médias, mas com as mesmas crianças através das séries. O problema da falta de professores é mais grave porque é sobretudo um absenteísmo autorizado, não é ilegal. Em Cuba, professores e alunos faltam pouco. É tudo controlado.
FOLHA - Melhorar o ensino público provocaria uma avanço na educação como um todo, inclusive nas escolas particulares?
CARNOY - Pais de escolas de elite pensam que estão dando ótima instrução aos filhos, mas fariam melhor se os colocassem em uma escola pública de classe média do Canadá. Mesmo os melhores docentes brasileiros são menos treinados do que os de Taiwan. Os melhores professores no Brasil têm em média desempenho abaixo da média do professorado de países desenvolvidos. Investir e melhorar a escola pública, que é a base de comparação dos pais, elevaria o resultado das melhores escolas particulares também. Professores são bons em pedagogia, mas não no conhecimento a ser ensinado. Não treinam muito matemática e não sabem como ensiná-la.
FOLHA - O que do modelo cubano não pode ser transposto considerando que Cuba vive sob ditadura?
CARNOY - Há, de fato, uma falta de criatividade [no ensino]. Não se pode questionar, ser contra a Revolução. Mas as crianças sabem que estão aprendendo o esperado. São bons em matemática, sabem ler bem e aprendem muita ciência, mesmo nas escolas rurais ou de bairros urbanos de baixa renda. O Brasil tem a capacidade de enfrentar esses problemas [ter crianças bem nutridas, com bom atendimento médico]. Por que em uma sociedade com uma renda per capita que não é tão baixa não se faz isso? Acho que tem de ser construído um sistema de supervisão, com pessoas capazes de ensinar e treinar novos professores a ensinar. Os professores no Brasil estudam muito linhas de pedagogia e menos como ensinar. Podem esquecer tudo aquilo de Paulo Freire, um amigo. Devem ler sua obra como exercício intelectual, mas queremos que professores saibam ensinar.
FOLHA - Não é possível conciliar na América Latina bom ensino com autonomia, democracia?
CARNOY - A melhor escola é a que tem professores com democracia. Mas temos de ter um acordo de quais são os nossos objetivos. Tony Alvarado é um supervisor em Manhatan que trocou metade dos professores e dos diretores para melhorar a qualidade das escolas. Ele disse aos professores: "Este é o programa. Vão implementá-lo comigo ou não? Têm uma semana para pensar. Se não quiserem, são livres para sair".
FOLHA - No Brasil seria mais difícil...
CARNOY - Seria muito mais fácil! Um quarto do professorado muda de escola todo ano! Em Nova York, não se demitiu. Alvarado mandou-os para outros bairros. Precisa, no início, de um certo autoritarismo. Porque alguém tem de dizer o que fazer no início. E depois, sim, há uma democracia. Os diretores devem se preocupar com os direitos das crianças. Em Cuba, é o Estado. Aqui, os sindicatos de professores preocupam-se com os direitos dos associados - e estão em certos em fazê-lo. Mas e as pobres crianças que não têm sindicatos para defender seus direitos à educação?
Frases
Mesmo os melhores docentes brasileiros são menos capacitados do que os docentes de Taiwan
Um dos problemas mais graves no Brasil é o absenteísmo do docente. E pior, o absenteísmo autorizado
_____________________________
* Enviado pelo Professor Dr. Edson Hely Silva, pesquisador, professor do Colégio de Aplicação da UFPE